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26 de maio de 2010

Música







"Amor I Love You"



Deixa eu dizer que te amo
Deixa eu pensar em você
Isso me acalma
me acolhe a alma
Isso me ajuda a viver

Hoje contei pra as paredes
Coisas do meu coração
Passeei no tempo
Caminhei nas horas
Mais do que passo a paixão
É um espelho sem razão
Quer amor fique aqui

Meu peito agora dispara
Vivo em constante alegria
E o amor quem está aqui

Amor I love you

Amor I love you

Amor I love you

Amor I love you

15 de outubro de 2009

Música

Pais e Filhos
Legião Urbana

Estátuas e cofres
E paredes pintadas
Ninguém sabe
O que aconteceu...
Ela se jogou da janela
Do quinto andar
Nada é fácil de entender...
Dorme agora
Uuummhum!
É só o vento
Lá fora...
Quero colo!
Vou fugir de casa
Posso dormir aqui
Com vocês
Estou com medo
Tive um pesadelo
Só vou voltar
Depois das três...
Meu filho vai ter
Nome de santo
Uummhum!
Quero o nome
Mais bonito...
É preciso amar haahaa as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Por que se você parar
Prá pensar
Na verdade não há...
Me diz, por que que o céu é azul
Explica a grande fúria do mundo
São meus filhos
Que tomam conta de mim...
Eu moro com a minha mãe
Mas meu pai vem me visitar
Eu moro na rua
Não tenho ninguém
Eu moro em qualquer lugar...
Já morei em tanta casa
Que nem me lembro mais
Eu moro com os meus pais
Huhuhuhu!...ouh! ouh!...
É preciso amar as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Por que se você parar
Prá pensar
Na verdade não há...
Sou uma gota d'água
Sou um grão de areia
Você me diz que seus pais
Não entendem
Mas você não entende seus pais...
Você culpa seus pais por tudo
Isso é absurdo
São crianças como você
O que você vai ser
Quando você crescer?

15 de novembro de 2008

28 de agosto de 2008

Música





TRECHO DA MÚSICA


"BLOWIN IN THE WIND"
Bob Dylan

"How many roads must a man walk down Before you can call him a man? How many seas must a white dove sail Before she sleeps in the sand? Am And how many times must the cannonballs fly Before they've forever banned? The answer my friend is blowing in the wind The answer is blowing in the wind"


(Por quantas ruas um homem deve andar antes de chamá-lo de homem? Por quantos mares deve um pombo branco velejar antes que durma na areia? E quantas bolas de canhões devem voar, antes que sejam pra sempre banidos? A resposta meu amigo, está sendo levada pelo vento, a resposta está sendo levada pelo vento...)

20 de maio de 2008

QUEM ME LEVARÁ SOU EU




QUEM ME LEVARÁ SOU EU
(Manduka / Dominguinhos)
Raimundo Fagner - 1978



Amigos a gente encontra
O mundo não é só aqui
Repare naquela estrada
Que distância nos levará

As coisas que eu tenho aqui
Na certa terei por lá
Segredos de um caminhão
Fronteiras por desvendar
Não diga que eu me perdi
Não mande me procurar
Cidades que eu nunca vi
São casas de braços
A me agasalhar

Passar como passam os dias
Se o calendário acabar
Eu faço contar o tempo outra vez,
Sim, tudo outra vez a passar

Não diga que eu fiquei sozinho
Não mande alguém me acompanhar
Repare a multidão precisa
De alguém mais alto a lhe guiar

Quem me levará sou eu
Quem regressará sou eu
Não diga que eu não levo a guia
De quem souber me amar..

20 de abril de 2008

Cant take my eyes off you

cant take my eyes off you


You're just too good to be true.
Can't take my eyes off you.
You'd be like Heaven to touch.
I wanna hold you so much.
At long last love has arrived
And I thank God I'm alive.
You're just too good to be true.
Can't take my eyes off you.

I love you, baby,
And if it's quite alright,
I need you, baby,
To warm a lonely night.
I love you, baby.
Trust in me when I say:
Oh, pretty baby,
Don't bring me down, I pray.
Oh, pretty baby, now that I found you, stay
And let me love you, baby.
Let me love you.

15 de abril de 2008

Blackmore’s Night



 





Blackmore’s Night

I’ve been many places
I’ve traveled ’round the world
Always on the search for something new
But what does it matter
When all the roads I’ve crossed
Always seem to be back to you…
Old familiar faces
Everyone you meet
Following the ways of the land
Cobblestones and lanterns
Lining every street
Calling me to come home again

Dancing in the moonlight
Singing in the rain
Oh, it’s good to be back home again
Laughing in the sunlight
Running down the lane
Oh, it’s good to be back home again

When you play with fire
Sometimes you get burned
It happens when you take a chance or two
But time is never wasted
When you’ve lived and learned
And in time it all comes back to you…

Old familiar faces
Everyone you meet
Following the ways of the land
Cobblestones and lanterns
Lining every street
Calling me to come home again

Dancing in the moonlight
Singing in the rain
Oh, it’s good to be back home again
Laughing in the sunlight
Running down the lane
Oh, it’s good to be back home again

And when I got weary
I’d sit a while and rest
Memories invading my mind
All the things I’d treasured
The ones I’d loved the best
Were the things that I’d left behind…

Old familiar faces
Everyone you meet
Following the ways of the land
Cobblestones and lanterns
Lining every street
Calling me to come home again

2x
Dancing in the moonlight
Singing in the rain
Oh, it’s good to be back home again
Laughing in the sunlight
Running down the lane
Oh, it’s good to be back home again

Dancing in the moonlight
Singing in the rain
Oh, it’s good to be back home again
.
.
.



Eu estive em muitos lugares
Eu viajei ao redor do mundo
Sempre à procura de algo novo
Mas, o que isso importa,
Quando todas as estradas que eu atravessei
sempre parecem voltar para você?

Velhos rostos familiares
Todos que você conhece
Sequindo os caminhos da terra
Paralelepípedos e lanternas
Cobrindo todas as ruas
Me chamando para voltar pra casa de novo

Dançando sob o luar
Cantando na chuva
Oh, é bom estar em casa de novo
Rindo na luz do sol
Correndo pela estrada
É bom voltar pra casa

Quando você brinca com fogo
Às vezes você se queima
Isso acontece quando você se arrisca uma ou duas vezes
Mas tempo nunca é gasto,
Quando você viveu e aprendeu
E é hora disso voltar pra você

E então eu me cansei
Eu sentei um pouco e descansei
Lembranças invadindo minha mente,
Todas as coisas que eu estimei
Aqueles que eu mais amei
Foram as coisas que eu deixei para trás…

27 de janeiro de 2008

Pra você






PRA VOCÊ




Pra você eu guardei um amor infinito
Pra você procurei o lugar mais bonito
Pra você eu sonhei o meu sonho de paz
Pra você me guardei, demais, demais
Se você não voltar o que eu faço da vida
Não sei mais procurar a alegria perdida
Eu não sei bem porque fui gostar tanto assim
Ah, se eu fosse você eu voltava pra mim
Voltava sim
Ah, se eu fosse você eu voltava pra mim
Pra você eu sonhei o meu sonho de paz
Pra você me guardei, demais, demais
Se você não voltar o que eu faço da vida
Não sei mais procurar a alegria perdida
Eu não sei bem porque fui gostar tanto assim
Ah, se eu fosse você eu voltava pra mim
Voltava sim
Ah, se eu fosse você eu voltava pra mim
Voltava sim

Gal Costa

18 de agosto de 2007

Orquestra Organismo




Orquestra Organismo é um fluxo artístico colaborativo e interdisciplinar agenciador de ações diretas e poéticas. Desempenha esforços em gerar ciclos autônomos que em diversos momentos se complementam como desencadeamentos espontâneos caminhando juntos em um mesmo processo de construção poética.

Em meio às ações que idealiza e participa, tem constantemente refletido sobre questões relacionadas a agenciamento, ritualização e formação de circuitos. Se dispõe a proporcionar encontros relacionais não-hierárquicos entre seus integrantes com diversos organismos coletivos, instituições e artistas, repensando também o conceito de público e as formas de colaboratividade, bem como as metodologias empregadas para cada circunstância.

Como complemento, dedica-se à recombinação e abertura de códigos de conhecimento. Desde 2005, vem desenvolvendo pesquisas baseadas em ferramentas de software e hardware livres cujo processo criativo é voltado à sustentabilidade de uma percepção cultural compatível com a humanização da tecnologia.

Poetizando a utilização de métodos computacionais e da engenharia dos instrumentos, busca possibilitar um aprendizado mais lúdico das ferramentas científicas e desconstruir o mitificado processo industrial mercadológico.

Seus encontros são marcados por ressonâncias e discussões contínuas, onde poéticas abertas e processuais reatualizam as próprias práticas de invenção, despertando resistentes faíscas de lucidez em meio aos recalques do cotidiano mediado por simulacros espetaculares.

Dicas:

27 de julho de 2007

Metamorfose Ambulante







Metamorfose Ambulante
Raul Seixas

Prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Eu quero dizer
Agora o oposto do que eu disse antes
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Sobre o que é o amor
Sobre o que eu nem sei que sou

Se hoje eu sou estrela, amanhã já se apagou
Se hoje eu te odeio amanhã lhe tenho amor
Lhe tenho amor
Lhe tenho horror
Lhe faço amor
Eu sou um ator

É chato chegar
A um objetivo num instante
Eu quero viver nessa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Sobre o que é o amor
Sobre o que eu nem sei que sou
Se hoje eu sou estrela ,amanhã já se apagou
Se hoje eu te odeio amanhã lhe tenho amor
Lhe tenho amor
Lhe tenho horror
Lhe faço amor
Eu sou um ator

Eu vou desdizer
Aquilo tudo que eu lhe disse antes
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Do que ter aquela velha,velha, velha,velha opinião formada sobre tudo